Clinica Veterinária em SJC | Veterinário 24 horas https://prontovetsjc.com.br Tue, 30 Aug 2022 20:32:30 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.1 https://prontovetsjc.com.br/wp-content/uploads/2022/11/cropped-icon-prontovet-32x32.png Clinica Veterinária em SJC | Veterinário 24 horas https://prontovetsjc.com.br 32 32 Cinomose Canina – Conheça a doença e proteja a saúde do seu cão https://prontovetsjc.com.br/cinomose-canina-conheca-a-doenca-e-proteja-a-saude-do-seu-cao/ https://prontovetsjc.com.br/cinomose-canina-conheca-a-doenca-e-proteja-a-saude-do-seu-cao/#respond Tue, 30 Aug 2022 19:31:06 +0000 https://prontovetsjc.com.br/?p=3155

Cinomose Canina – Conheça a doença e proteja a saúde do seu cão

Todo tutor que se preocupa com a saúde do pet procura se manter informado e não tem como falar de saúde canina sem falar dessa doença: a cinomose é um dos diagnósticos mais graves e comuns entre os cães.

Por isso vamos falar sobre tudo o que você precisa saber sobre a doença e como você pode evitá-la através das vacinas.

O que é Cinomose?

A cinomose – também conhecida por CDV (Vírus da Esgana Canina) – é uma doença viral que afeta os cães causando vários problemas de saúde. Sua transmissão pode ocorrer pelo ar, por objetos contaminados, como brinquedos, comedouros, acessórios, ou ainda por contato direto com animais infectados e suas secreções.

É bastante contagiosa – em especial no inverno – e afeta principalmente os cães com sistema imunológico mais frágil, como os filhotes, cães idosos, não vacinados ou debilitados por outras doenças. Por ter um prognóstico grave é crucial que o tutor reconheça os sinais e busque prevenir a doença ao máximo para proteger a saúde do seu cão.

Quais são os sintomas?

A cinomose pode se manifestar de diferentes formas nos cães e comprometer vários aspectos da saúde. Além da própria imunossupressão, isto é, o enfraquecimento do sistema imunológico que deixa os cães cada vez mais debilitados e expostos a doenças, há outros sintomas que merecem atenção:

Sintomas cutâneos

O animal pode apresentar erupções cutâneas com pus pelo corpo do animal, sobretudo no abdômen, nas patas e no focinho, além de conjuntivites.

Sintomas digestivos

O cão pode ter vômitos, diarreia ou ainda presença de sangue nas fezes, acompanhados de febre e fadiga.

Sintoma respiratórios

Algumas complicações como secreções nasais, tosses com muco e pneumonia são sintomas comuns também.

Sintomas neurológicos

Esses são os sintomas que costumam chamar atenção dos tutores para a doença: o cão pode apresentar tremores, falta de coordenação motora e convulsões.

Não necessariamente o cão infectado com o vírus desenvolverá todos os sintomas, mas a cinomose costuma ter um quadro sintomático progressivo. É uma doença de alta taxa de risco podendo levar os cães à falência em pouco tempo, assim é necessária atenção total aos primeiros sinais e procura de um veterinário em caso de suspeita.

Tem tratamento?

Sim, é possível aplicar tratamentos para fortalecer o sistema imunológico do cão e ajudá-lo a combater o vírus. Mas a cura não é garantida e também pode haver sequelas. O veterinário realizará os exames e conduzirá o tratamento mais adequado para o caso, mas a melhora e recuperação dependerá mais da resistência imune do pet.

Assim quanto antes a cinomose for diagnosticada melhor. E sabendo da fatalidade da doença o meio mais seguro de proteger a saúde do seu cão é por meio da prevenção!

Prevenções

Se por um lado o tratamento é delicado, por outro a prevenção é acessível! A vacina é a principal forma de prevenir a cinomose, e para alívio dos tutores ela já está inclusa nas vacinas múltiplas e calendário vacinal básico.

Elas são ministradas em 3-4 doses com intervalos de 20-30 dias. Durante esse período é indicado que o tutor evite passeios e locais com presença de outros cães, além de realizar a higiene periódica de comedouros e objetos para proteger a saúde do cão.

Se a carteirinha de vacinação estiver atualizada – incluso com as doses de reforço anual – os passeios e contatos com outros cães estão liberados.

No fim, a melhor forma de cuidar do seu pet é manter a carteirinha de vacinação sempre atualizada e ficar de olho em qualquer sintoma suspeito. Para saber mais sobre prevenção de doenças, não deixe de conferir os demais conteúdos do blog e seguir as redes sociais!

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Vacinação Canina – Quais são as vacinas prioritárias para os filhotes? https://prontovetsjc.com.br/vacinacao-canina-quais-sao-as-vacinas-prioritarias-para-os-filhotes/ https://prontovetsjc.com.br/vacinacao-canina-quais-sao-as-vacinas-prioritarias-para-os-filhotes/#respond Tue, 30 Aug 2022 19:09:53 +0000 https://prontovetsjc.com.br/?p=3137

Vacinação Canina – Quais são as vacinas prioritárias para os filhotes?

Todo mundo conhece o protocolo básico ao adotar um filhote: fazer compras no petshop e inaugurar a carteirinha de vacinação. Mas por onde começar a imunização?

Múltipla, Antirrábica, Gripe… Quais são as vacinas prioritárias para os filhotes e qual a importância de cada uma? Vamos falar sobre cada uma e tudo o que você precisa saber para prevenir seu filhote do jeito certo.

Doses que não podem faltar

Existe uma porção de vacinas caninas e por isso os tutores ficam confusos se devem aplicar todas ou se são opcionais. Para facilitar, vamos separar as vacinas em três categorias: as vacinas obrigatórias, que devem estar sempre atualizadas na carteirinha do pet; as vacinas recomendadas, que não precisam ser aplicadas, mas são importantes; e as vacinas específicas indicadas para casos especiais:

As Múltiplas (V8, V10 e DHPPI) fazem a imunização de várias doenças, sendo elas:

  • Cinomose
  • Hepatite Infecciosa Canina
  • Parvovirose
  • Adenovirose
  • Parainfluenza Canina
  • Leptospirose
  • Coronavirose*

Todas essas doenças graves ou altamente transmissíveis, por isso estão entre as vacinas obrigatórias. A diferença entre a V8 e V10 se dá pela prevenção da Leptospirose, combatendo duas (V8) ou quatro (V10) variantes da doença. A *DHPPI também faz as mesmas imunizações, exceto pela Coronavirose – que atualmente não é recomendada – sendo essa a vacina mais indicada hoje.

A antirrábica também é muito importante para a prevenção da Raiva, uma zoonose grave que afeta o sistema nervoso central de mamíferos sendo altamente transmissível entre animais e humanos. Logo também é obrigatória para todos os pets, e inclusive está incluída gratuitamente em campanhas de vacinação municipal.

Já as vacinas contra Tosse dos Canis e Giardíase Canina não são obrigatórias, mas são altamente recomendadas para os cães que frequentam hoteizinhos, parques, e outros locais com presença e interação entre cães. A de Leishmaniose é indicada apenas para cães que moram em áreas endêmicas, isto é, sujeitas a contaminação pelos mosquitos. Essas três vacinas são indicadas pelo veterinário durante a consulta de acordo com o estilo de vida do pet, por isso são prioritárias somente para alguns cães.

A partir de quando pode vacinar o filhote?

Filhotes recém-nascidos são naturalmente imunizados pela amamentação nas primeiras 72 horas de vida, mas quando atingem 45 dias de vida devem fazer uma nova imunização. Alguns tutores optam por aplicar a vacina Puppy (para filhotes de 28 dias) que já antecipa a prevenção da cinomose e parvovirose. Mas em geral as vacinas são administradas em filhotes de 45 dias de vida e reforçadas a cada 21 dias. É aí que entra o calendário vacinal!

Os primeiros meses exigem uma frequência maior de vacinação por conta das doses fracionadas. As Múltiplas, por exemplo, são constituídas de 3-4 doses iniciais que farão a imunização completa do pet. O número exato de doses vai depender da idade em que for iniciada a imunização.
Confira o cronograma vacinal da ProntoVet:

A vacina de Tosse dos Canis tem três variações: injetável, intranasal e oral. Normalmente as orais e intranasais são as mais recomendadas por ter ação direta em sistema respiratório superior, mas elas têm seu próprio esquema vacinal. Converse com seu veterinário para saber qual a aplicação mais indicada.

Importante frisar que as vacinas podem ser “anuladas” pelo anticorpo materno presente nos filhotes, por isso a última dose de cada vacina deve ser feita sempre após a 16ª semana, garantindo a imunização completa. E todas devem ter doses de reforço anuais para manter o pet sempre prevenido.

E se não vacinar?

Nem pense nisso! A vacinação é super necessária para a saúde, garantindo que seu cãozinho não corra riscos de pegar uma doença e vir a óbito.

A maioria das doenças citadas anteriormente são graves ou fatais, e algumas podem inclusive oferecer risco a você – tutor!

As vacinas são cruciais para que o pet cresça saudável e tenha uma vida longa, e mais necessárias ainda para os filhotes por terem organismo mais frágil e estarem mais sujeitos a contrair doenças por contato mais espontâneo com animais e agentes transmissores.

Aqui na ProntoVet trabalhamos com as vacinas mais atualizadas e recomendadas pelo Protocolo Mundial de Cães e Gatos – WASAVA – e todas oferecem o selo de Garantia de Proteção. Assim, caso o animal fique doente mesmo imunizado, o laboratório se responsabiliza pelos custos dos tratamentos.

Não se esqueça de atualizar a carteirinha de vacinas prioritárias do seu filhote para uma prevenção completa.

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Tosse Canina – Descubra o que pode ser e como resolver https://prontovetsjc.com.br/tosse-canina-descubra-o-que-pode-ser-e-como-resolver/ https://prontovetsjc.com.br/tosse-canina-descubra-o-que-pode-ser-e-como-resolver/#respond Tue, 30 Aug 2022 18:56:13 +0000 https://prontovetsjc.com.br/?p=3114

Tosse Canina – Descubra o que pode ser e como resolver

Às vezes subestimada, às vezes uma grande preocupação, a tosse canina pode ter vários diagnósticos. Nem sempre representa um problema grave, mas é sempre bom que o tutor saiba identificar uma tosse e esteja atento aos problemas de saúde do seu pet.

Vamos falar sobre o que pode ser a tosse canina e como resolvê-las. Mas antes de mencionar os cuidados é preciso entender que…

Nem toda tosse é sinal de gripe

A tosse é um reflexo natural do corpo à presença de algum organismo estranho (ou sensação parecida). Da mesma forma que podemos tossir porque a comida desceu pelo buraco errado ou porque estamos doentes, com os cães é a mesma coisa! A tosse canina pode estar associada a problemas que você nem imagina como:

Problemas Cardiovasculares

Insuficiências cardíacas nos pets podem provocar edemas pulmonares (acúmulo de fluídos nos pulmões), sendo a tosse um mecanismo de expulsão dos fluidos. Também há doenças, como a Doença Valvar Degenerativa Mitral e Cardiomiopatia Dilatada, que fazem o coração sofrer um leve inchaço, suficiente para comprimir os brônquios entre os batimentos. Como os brônquios são muito sensíveis à compressão do coração, o corpo reage como se algo estranho estivesse incomodando os pulmões – daí vem a tosse.

Problemas Pulmonares

Podendo ter origem alérgica ou infecciosa, as Bronquite Crônica, Pneumonia e demais doenças pulmonares provocam irritação nas vias aéreas e brônquios e acúmulo de muco que ocasiona um quadro de tosse insistente. Cães idosos também são mais propensos a tosses, pois seu sistema respiratório tem menor desempenho por conta da idade.

Doenças Virais

As Cinomose e Tosse dos Canis (Gripe Canina) também podem desencadear riscos pulmonares e tosses. E, como já mencionamos em outros artigos, são altamente infecciosas e requerem prevenção através das vacinas múltiplas!

Problemas Periodontais

Esse é um diagnóstico menos óbvio para os tutores, mas abcessos nas raízes do dente – molares principalmente – podem perfurar a lâmina óssea que divide o alvéolo dentário na cavidade nasal. O contato do abcesso infeccionado com o abscesso nasal pode provocar tosses por rinite bacteriana.

Engasgo

E não podemos desconsiderar a tosse de engasgo. Essa normalmente presente em pets que comem rápido demais ou engolem pequenos objetos. Apesar de não ser uma doença, o engasgo pode, sim, ser grave!

Tosse ou engasgo?

Dependendo da causa as tosses podem apresentar características distintas: existem as tosses secas, mais associadas a doenças contagiosas e sazonais; as com muco, ligadas a problemas pulmonares; e aquelas com som rouco de “ganso”, que são relacionadas a outros quadros específicos.
Mas como descobrir se é uma tosse de doença ou de engasgo?

Tosses provocadas por problemas de saúde costumam ser recorrentes e podem estar vinculadas a outros sintomas como febre, secreções nasais, fadiga ou condições como idade e raça. Já as tosses de engasgo se apresentam de forma muito caricata:

O animal engasgado apresenta, além da tosse, mímica de vômito, salivação, agitação, boca aberta e resmungos. Tudo isso são sinais voluntários e involuntários para expulsar o objeto ou alimento que possa estar entalado e causando asfixia. E é importante ficar atento aos sinais, mesmo que o pet não pareça desesperado. O pet muitas vezes pode “disfarçar” o engasgo com apatia e falta de apetite, mas as tosses não deixam mentir.

O que fazer com as tosses?

Agora que você já entendeu melhor sobre as tosses caninas vem a parte mais relevante: como resolver!
Para aquelas relacionadas ao engasgo, é possível fazer os socorros com o seguinte protocolo:

  1. Identificar o motivo do engasgo e intensidade dos sinais;
  2. Observar se o pet consegue vomitar por conta;
  3. Se o pet não conseguir, avaliar se o objeto está preso na garganta;
  4. Se o objeto estiver ao alcance, tentar removê-lo com cuidado;
  5. Se achar arriscado ou tiver medo de machucar o pet, levá-lo ao veterinário imediatamente.


Já para as suspeitas de doenças ou demais condições de saúde é importante buscar uma clínica veterinária para fazer o diagnóstico e o tratamento adequado. Lembrando que os checkups periódicos e vacinação são importantes para prevenir doenças infecciosas!

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Bolas de Pelos – É preciso se preocupar com elas? https://prontovetsjc.com.br/bolas-de-pelos-e-preciso-se-preocupar-com-elas/ https://prontovetsjc.com.br/bolas-de-pelos-e-preciso-se-preocupar-com-elas/#respond Tue, 30 Aug 2022 18:45:41 +0000 https://prontovetsjc.com.br/?p=3090

Bolas de Pelos – É preciso se preocupar com elas?

Apesar de estar presente em gatinhos de todos os lugares, as bolas de pelo são bem pouco conhecidas. Não por sua fama, afinal todo mundo já ouviu falar delas…, mas poucos sabem como elas surgem e se são perigosas para os bichanos.

Para alguns tutores elas são quase uma condição natural dos gatos; para outros, são vilãs silenciosas. Para saber se é preciso se preocupar com elas ou não, vamos entender…

O que são as bolas de pelo?

Todos os gatos tem o hábito de se higienizar e pentear. O conhecido banho de gato ou banho de língua é algo tão natural e corriqueiro para os bichanos que o próprio organismo deles é preparado para isso.

A língua dos gatinhos é cheia de espículas (mini espinhos) que, além de dar a textura áspera, funcionam como um pente para ajeitar a pelagem e remover os fios mortos. O que é bem útil para mantê-los sempre limpos! Mas se por um lado o banho ajuda, por outro atrapalha.

Os gatos, durante o banho, acabam engolindo os pelos e eles vão se acumulando no trato digestivo. O normal é que esses pelos sejam eliminados mais tarde nas fezes, mas quando há um excesso de pelos mortos ou quando o pet tem qualquer problema gástrico, esses pelos vão se acumulando e se embolando até formarem as bolas de pelo!

Mas elas fazem mal para os gatos?

Pode ser que não, pode ser que sim.

Quando um gato tem uma bola de pelo que não consegue eliminar pelas fezes ele começa a tentar eliminá-las pelo vômito. É um reflexo natural que você já deve ter visto: ânsias ou tosses roucas, como se fosse um engasgo e, de repente, agem como se nada tivesse acontecido.

Alguns gatos conseguem eliminá-las pelo vômito depois de muito sofrimento. Mas e se não conseguirem?!

Bom, aí é mais complicado. O gato não vai cessar os banhos de língua por conta das bolas de pelo o que pode torná-las ainda maiores, causando dores abdominais, distúrbios intestinais, apatia e falta de apetite. Nesses casos o gato precisa de um tratamento apropriado para a remoção das bolas de pelo, e o que era um probleminha pode virar um problemão.

Mas a boa notícia é que é possível prevenir!

Como prevenir as bolas de pelo?

Existem várias soluções que podem ser usadas para diminuir a quantidade de pelos engolida ou facilitar a eliminação natural das bolas de pelo:

  • Dietas com fibras ajudam o sistema digestivo. É interessante buscar opções de ração ou alimentação natural para melhorar a saúde gastrointestinal dos bichanos.
  • Gatos costumam procurar gramas medicinais e laxantes para essas situações. É uma boa ideia cultivar graminhas de trigo, milho de pipoca ou aveia para deixar à disposição deles.
  • Existem produtos veterinários que ajudam a eliminar e prevenir as bolas de pelo, como as pastinhas palatáveis ball free. Se achar necessário peça recomendações de produtos para seu veterinário.
  • Escovar seu bichano toda semana também é um hábito muito positivo! Além de remover o excesso de pelos, eles adoram receber o carinho da escova e ter alguém para ajudá-los no banho.


Com essas dicas de prevenção você não precisa se preocupar e seu gato fica livre de bolas de pelos!

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Castração de pets: na dúvida se deve castrar seu animal? Entenda como funciona https://prontovetsjc.com.br/castracao-de-pets-na-duvida-se-deve-castrar-seu-animal-entenda-como-funciona/ https://prontovetsjc.com.br/castracao-de-pets-na-duvida-se-deve-castrar-seu-animal-entenda-como-funciona/#respond Mon, 04 Jul 2022 19:03:38 +0000 https://prontovetsjc.com.br/?p=2974

Castração de pets: na dúvida se deve castrar seu animal? Entenda como funciona

Você sabia que o Brasil ocupa a posição de terceira população com o maior número de pets do mundo? De acordo com a OMS, a marca alcança seus 140 milhões, além de cães e gatos abandonados, uma marca que ultrapassa os 30 milhões.

A castração nada mais é que uma medida importante para atuar no controle populacional de cães e gatos. Mas será que esse é o único objetivo da castração? Ou existem outros benefícios proporcionados pela cirurgia?

A verdade é que tal procedimento oferece diversos benefícios para a saúde e comportamento dos bichanos, como tumores de testículo, mamários, redução no estresse, entre outros. Se você está considerando castrar seu pet e não sabe se é a melhor decisão para sua qualidade de vida, continue lendo este post e entenda tudo sobre como funciona a castração!

Vamos conferir como funciona o procedimento e analisar se essa é a melhor opção para os bichinhos que tanto amamos?

Castração: como é o procedimento?

A técnica mais conhecida e praticada de castração dura aproximadamente 30 minutos. Durante o procedimento, as gônadas dos animais são retiradas: ponto onde as células produtoras de hormônios sexuais habitam. Depois da retirada, a produção de hormônios em tais regiões é consequentemente interrompida.

Mas afinal, a castração de fêmeas é muito diferente do procedimento realizado nos machos? A resposta é sim: a cirurgia nos machos, seja cão ou gato, ocorre de maneira menos invasiva!

Para castrar um macho, é necessário operar a retirada dos testículos, gerando uma drástica redução nos níveis de testosterona. Para as fêmeas o procedimento é levemente mais complexo, já que é preciso realizar uma incisão no abdômen para remover o útero e os ovários. Como resultado, a castração nas fêmeas provoca uma redução na produção de estrógeno e progesterona…

Se você é um tutor curioso e preocupado, deve estar se perguntando quais são os verdadeiros benefícios da castração! Vamos descobrir?

Benefícios da castração

Você sabia que os benefícios da castração não se resumem apenas ao controle de gestações inesperadas?

Médicos veterinários do mundo todo concordam que as vantagens são claras para a saúde do animal. Veja a seguir alguns dos principais benefícios da castração:

1. Diminui o risco de tumores e câncer

Como vimos anteriormente, a cirurgia da castração conta com a retirada das gônadas. Isso significa que, além dos óvulos e espermatozoides, hormônios reprodutivos não serão sintetizados após o procedimento.

Consequentemente, tumores e cânceres (especialmente os mamários) passam por uma expressiva redução de risco, já que estão diretamente conectados à produção desses hormônios.

2. Comportamento mais pacífico

Tutores que optaram por realizar a castração em seus pets, notam que, após a cirurgia, o comportamento dos animais aparenta mudanças!

Seu pet costuma sair pela vizinhança e arranjar briga com outros animais? Seu gato aparece em casa machucado após uma briga noturna por território? Talvez o seu cão sempre dê um jeito de fugir para socializar e, por isso, enfrenta grandes riscos, como possíveis atropelamentos.

Se esses cenários acontecem com frequência, a castração é uma opção altamente recomendada. Isso porque os animais se tornam mais pacíficos e caseiros, evitando os perigos das ruas e maus tratos.

Nós não queremos que nada de mau aconteça com nossos peludos, não é verdade?

3. Reduz o risco de doenças transmissíveis

Se o seu cão costuma ir às ruas e socializar com outros animais, existe uma grande chance de ele ser infectado por uma doença transmissível.

Muitos tutores não estão cientes do perigo e acreditam que, se os seus gatos voltaram machucados e cheios de arranhões, nada se passou de uma briga de felinos. Mas a realidade pode ser muito mais delicada que isso! Um exemplo popular é o vírus da leucemia felina, em que a transmissão acontece normalmente após mordidas e arranhões. Essa doença gera consequências graves à saúde do animal, podendo ser fatal.

Em relação aos cães, o Tumor Venéreo Transmissível é uma triste realidade. Essa doença pode ser adquirida pela cópula ou cruzamento; seu tratamento envolve uma série de quimioterapia que pode durar meses e levar à morte.

Ambas as doenças podem ser evitadas com a castração, reduzindo os instintos agressivos e reprodutores do bichano, de modo que ele tenha uma vida mais tranquila e segura.

A castração e a expectativa de vida

Especialistas de todo o mundo concordam que a castração, para além do controle populacional dos animais, é um caminho seguro para os tutores que desejam ser acompanhados pelos seus pets por muitos anos!

Sim, a castração contribui para a expectativa de vida dos bichanos. Se você deseja evitar doenças e comportamento agressivo do seu animal, esse é um caminho que você deve considerar com seriedade.

Continue amando seu pet e estudando maneiras de tornar a vida dele mais saudável e feliz!

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Colares Elizabetanos – Como escolher o modelo ideal e acostumar o seu pet https://prontovetsjc.com.br/colares-elizabetanos-como-escolher-o-modelo-ideal-e-acostumar-o-seu-pet/ https://prontovetsjc.com.br/colares-elizabetanos-como-escolher-o-modelo-ideal-e-acostumar-o-seu-pet/#respond Mon, 04 Jul 2022 18:48:41 +0000 https://prontovetsjc.com.br/?p=2945

Colares Elizabetanos – Como escolher o modelo ideal e acostumar o seu pet

O famoso “cone da vergonha” não é bem um acessório de castigo – apesar de deixar os pets um pouco aborrecidos (rsrsrs). O nome correto dele é Colar Elizabetano e é muito útil para evitar que o pet lamba ou morda regiões sensíveis e machucadas no corpo já que eles têm o hábito de se higienizarem e se coçarem com o focinho.

É utilizado para vários casos de dermatites, ferimentos e principalmente pelos pets recém castrados durante o período de cicatrização na pós-cirurgia. Então, apesar de não ser o acessório favorito dos pets e tutores, é algo importante para a saúde dos pets!

Então, já que nem sempre dá para escapar dos colares elizabetanos, vamos te mostrar como escolher o modelo ideal e acostumar o seu pet a usá-lo.

Tirando as medidas

Antes de escolher o modelo ideal é preciso saber o tamanho do colar que você está procurando. Colares elizabetanos muito folgados podem ser removidos com facilidade pelo pet, e muito apertados vão deixá-lo desconfortável. Por mais que os colares tenham as fivelas de ajuste existem vários tamanhos que servem desde gatos e cães pequenos até cães de grande porte.

Para tirar as medidas você vai precisar de uma fita métrica ou ainda da coleirinha que seu pet costuma usar. Meça a circunferência do pescoço ou o comprimento da coleirinha para obter o tamanho do colar.

Se o modelo for um cone não esqueça de medir a distância entre o pescoço e o focinho. Esse deve ser o tamanho de profundidade para que o pet não tenha acesso às áreas de cicatrização.

Escolhendo o modelo

Agora que você já tem as medidas é hora de pesquisar o modelo ideal de colar para o seu pet. O mais comum são aqueles modelos de plástico, que costumam sair bem baratinho. Mas apesar de cumprirem bem o propósito muitos donos se incomodam com eles por não serem a opção mais confortável do mercado.

É preciso considerar também por quanto tempo o pet precisará usar o colar e se vale a pena investir em outros modelos mais confortáveis como os de tecido, espuma e infláveis. Todos esses requerem um investimento maior pelo conforto e até certo ponto valem a pena. Vamos aos prós e contras:

Importante saber que mesmo os modelos de plástico não vão machucar o pet ou impedir que eles façam suas atividades no dia, só são um pouquinho mais pesados. O ideal é escolher o modelo que melhor atenda às necessidades do pet (e do seu bolso).

Caso nenhuma opção agrade é possível fazer seu próprio colar elizabetano artesanal ou ainda substituir o colar por roupinhas cirúrgicas em alguns casos. Mas é preciso garantir que essas alternativas sejam viáveis para a proteção adequada do pet.

Vestindo o colar

Se você optou pelos colares tradicionais é hora de vesti-los no seu pet. Lembrando que não pode ficar tirando sempre que ele se sentir incomodado, viu? Dá uma certa agonia ver o bichinho com o colar, mas saiba que é necessário deixar o acessório em tempo integral para evitar que o pet lamba ou morda a região machucada na primeira oportunidade.
Para vestir o colar é muito simples:

  1. Remova a coleira do pet e passe-a nas alças do colar;
  2. Coloque o colar elizabetano da mesma forma que coloca a coleira e feche os encaixe e botões;


Verifique se há um dedo de espaçamento entre o pescoço e o colar e faça os ajustes de tamanho se precisar.

Prontinho! Colar elizabetano no lugar, agora vem a parte mais difícil…

Acostumando o pet

Assim que você vestir o colar elizabetano é normal que o pet demonstre desconforto imediato e tente removê-lo. É um acessório novo e grande, isso afeta um pouco a mobilidade dele e vai levar um tempinho para ele se acostumar. É preciso um pouco de paciência e compreensão nessa fase.

Mas, se você tiver o colar em mãos antes de precisar usá-lo, é possível treinar o seu pet para ter uma primeira experiência mais agradável!

Experimente deixar o acessório em lugares próximos ao pet para que ele possa interagir. Toda vez que seu pet demonstrar interesse pelo colar, incentive-o com carinhos e petiscos, assim ele irá associar o acessório a algo positivo.

Quando chegar o grande momento, vista o colar e ofereça as mesmas recompensas de antes. Pode ser que ele estranhe um pouquinho, mas vai se adaptar bem mais rápido!

Se ainda houver dúvidas de como escolher o modelo ideal e acostumar o seu pet, conversar com o veterinário ajuda bastante. Assim ele pode te orientar de acordo e até indicar lugares onde você pode encontrar o acessório.

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Vacinação Felinas – Conheça as vacinas prioritárias para o seu gato https://prontovetsjc.com.br/vacinacao-felinas-conheca-as-vacinas-prioritarias-para-o-seu-gato/ https://prontovetsjc.com.br/vacinacao-felinas-conheca-as-vacinas-prioritarias-para-o-seu-gato/#respond Mon, 04 Jul 2022 17:23:40 +0000 https://prontovetsjc.com.br/?p=2853

Vacinação Felinas – Conheça as vacinas prioritárias para o seu gato

Ao contrário do que dizem as histórias infantis, os gatinhos não têm sete vidas. E é exatamente por isso que precisamos cuidar muito bem da saúde deles, a começar pela vacinação!

As vacinas são as principais formas de prevenção para as doenças virais, que seu bichano pode contrair, e é importante que eles estejam prevenidos desde filhotes até a velhice. Existem várias vacinas felinas para os mais diversos males, mas o objetivo aqui é que você conheça as vacinas prioritárias para o seu gato.

Vacinas Polivalentes

A começar por elas: as Vacinas Polivalentes (ou Múltiplas). Felizmente para os pets as vacinas prioritárias vêm em um “kit”, isto é, uma vacina pode prevenir várias doenças de uma só vez. Para os felinos as mais conhecidas são as Vacinas Tríplice (V3), Quádrupla (V4) e Quíntupla (V5).

Para ficar mais fácil de entender as siglas V3, V4 e V5 denominam quantas doenças cada vacina consegue prevenir:

A Rinotraqueíte e Calicivirose são doenças respiratórias; a Panleucopenia Felina afeta o sistema digestivo e células sanguíneas; a Clamídia é uma doença infecciosa que causa conjuntivite e pode afetar os seres humanos; e, por fim, a Leucemia Felina (FelV) é uma doença autoimune que compromete o sistema imunológico causando uma série de problemas de saúde nos felinos.

Como escolher entre a V3, V4 e V5?

Sabendo de tudo isso, seria melhor apostar direto na V5 para uma imunização completa? Não necessariamente.

A prevenção da FelV, por exemplo, só é indicada para os bichanos que correm risco de contrair a doença. Gatos com FelV podem transmitir a doença para outros através do banho de língua, contato com fezes e urina ou mesmo de mãe para filhotes no momento do parto. Assim, a V5 seria mais indicada para gatos que possam ter contato com a FelV de algum modo.

O mesmo vale para a V3 e V4: o veterinário deve avaliar o pet e indicar qual a melhor opção de prevenção baseada no perfil e no estilo de vida do pet. Então não precisa se preocupar em escolher a melhor vacina, o profissional é quem fará a indicação adequada.

Antirrábica

Mas, espera lá! Ainda falta uma última na conta…

A antirrábica é uma vacina a parte e primordial para a prevenção da Raiva, uma doença que afeta o sistema nervoso central de mamíferos sendo altamente transmissível entre animais e humanos. Por se tratar de uma zoonose, a Antirrábica pode ser oferecida e administrada tanto por clínicas veterinárias particulares quanto por serviços de saúde pet municipais que ocorrem anualmente.

Quando fazer as vacinações?

Agora que você já conhece as vacinas prioritárias para seu gato, vamos ao cronograma de vacinação.

É possível cumprir as doses primárias depois de adulto – caso ele nunca tenha sido vacinado –, mas para uma prevenção mais completa o ideal é que seu gatinho seja imunizado desde filhote, recebendo as Vacinas Polivalentes em três doses dos 2 aos 4 meses de vida e a Antirrábica logo em seguida:

Lembrando que todas as vacinas devem ter doses de reforço anuais para manter o sistema imune sempre ativo e os bichanos o mais protegidos possível.

Aqui na ProntoVet trabalhamos com as vacinas mais atualizadas e recomendadas pelo Protocolo Mundial de Cães e Gatos e todas oferecem o selo de Garantia de Proteção. Assim, caso o animal fique doente mesmo imunizado, o laboratório se responsabiliza pelos custos das vacinas.

Não se esqueça de atualizar a carteirinha de vacinas prioritárias do seu gato esse ano e cuidar bem do seu bichano.

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